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Hora do Horror – Hopi Hari

Um clima de suspense acaba de se instalar no maior parque temático da América Latina. Chegou a famosa Hora do Horror do Hopi Hari!

A Recheio, em parceria com a AG2 Publicis Modem, produziu o vídeo-conceito do evento que reúne diversos elementos de terror. Durante um dia e uma noite inteira, filmamos os atores do parque circulando pelos cenários mais macabros, adicionamos diversos efeitos assustadores e o resultado já está no ar.


 

Confira algumas fotos da gravação!

A campanha envolve grande impacto entre crianças e adolescentes na web de uma forma geral. A AG2 criou um hotsite só para promover a ação e nele é possível acompanhar e compartilhar todo o conteúdo sobre o chamado “vírus desconhecido”, com direito à Sociedade dos Infectados.

Twitter, Facebook e Orkut são as redes sociais adotadas para disseminar toda essa “contaminação” entre o público infanto-juvenil.

Confira mais fotos da filmagem, feitas por Henry Soares, em nosso Flickr!

Equipe técnica:

Direção: Pedro Henrique Galiza
Assistente de Direção: Natália Amaral
Gerente de Projeto: Bianca Lombardi
Direção de Fotografia: Lula Maluf
Assistente de Câmera: André Vieceli
Elétrica: Julimar Leal dos Santos
Direção de Produção: Mariana Cucchiarelli
Assistente de Produção: Daniel Lombardi
Alimentação: Alexandre Silva
Edição e Finalização: Ivo Duran Filho
Sonorização: Loop Reclame
Fotografia Still: Henry Soares

Miro bo ni Hopi Hari!

Até a padaria da esquina tuíta – e assim melhora o atendimento

Que grandes empresas têm se valido da força das redes sociais para se aproximarem do público alvo a gente já sabia. Mas que a padoca da esquina avisa que saiu a fornada de pãozinho, aí sim é novidade.

O território fértil das redes sociais se revela grande aliado dos SACs (sim, aqueles que julgamos não existir) de grandes, médias e micro empresas. E embora Facebook e Orkut tenham uma participação expressiva, o Twitter é o grande campeão do canal empresa-cliente.

Li no blog da ESPM sobre um bom exemplo de uso do Twitter como ferramenta de marketing  que nada tem a ver com despender uma grana federal em pesquisas de mercado, mas em algo rápido e o que é melhor, em tempo real.  Um simples aparelhinho chamado BakerTweet é usado na Albion Café (Inglaterra)para avisar seus clientes que acaba de sair pão quentinho do forno, além de responder às suas dúvidas.

BakerTweet from POKE on Vimeo.

No Brasil quem faz algo bem parecido é o curitibano @vininha que, tuitando, mostra à clientela por onde anda o carrinho de cachorro-quente, além de divulgar promoções de lanches.

O Twitter, sem dúvida e especialmente, se tornou uma ferramenta eficaz também no que diz respeito à insatisfação em relação a um produto ou serviço (Olhaí o SAC). A tag #fail é a mais eficiente que conheço. Por exemplo, quando tive um problemão com a Eletropaulo tentando resolvê-lo em vão, apelei para a hashtag #EletropauloFail e a empresa, finalmente, me respondeu.

Lembrando que a presença de uma empresa nas redes sociais só vai funcionar se houver uma organização interna para aguentar o tranco da demanda, senão voltamos ao caso do SAC fantasma, ou pior, daquele em que as pessoas se unem para detonar a marca.

É! Só ouvindo a voz do povo as empresas têm a oportunidade de saber o que se fala a respeito da sua marca, conquistar espaço, reparar falhas, se aproximar do cliente/usuário, atrair outros mais e reforçar sua credibilidade. Só assim.

Gabriela Zydan

 

Até peixe grande cai na rede

As redes sociais já são uma realidade. O que inicialmente punha em contato direto pessoas que talvez passassem a vida sem se ‘conhecer’, não fosse por este meio, teve (e continua tendo) adesão extraordinária.  Quem já não ouviu dizer que se pode entrar em contato com qualquer pessoa do mundo com, no máximo, cinco intermediários? As redes confirmam esta máxima.

Divulgação

Muito atento a este fenômeno da comunicação ilimitada, o mundo corporativo se rende às redes sociais, antes povoadas quase que exclusivamente por pessoas físicas. Não há setor ou assunto que ouse ficar de fora: da Presidência da República à casa de show, da empreiteira à tiazinha que faz doces sob encomenda. Todo mundo tem um perfil. Toda empresa tem uma página. Todo mundo quer estar em contato direto com seu público. E é muito arriscado não aderir.

No blog da 3m Inovação, há uma matéria que conta que os 100 homens (de acordo com a lista da publicação Fast Company) mais criativos também estão nas redes sociais (juuura?). A presença no Twitter é a campeã entre eles. O apresentador e comediante Conan O’Brien, por exemplo, leva para as reuniões de pauta coisas interessantes e piadas (que são interessantes também) que colhe nas redes para seu programa, além de ter o costume de tuitar ao vivo. Alex Kipman, um dos gerentes da Microsoft também está no páreo, seguido de Yuri Milner, que fundou a maior companhia de internet da Rússia. A própria fonte sugere que todos sigamos o Jack Dorsey, o cara que criou e co-fundou o Twitter. Dizem que o cara vive on-line e tuíta muito sobre negócios. Entre os brasileiros figuram Nizan Guanaes e Eike Batista. Em suma: uma vez nas redes sociais, ninguém – e nada – é inatingível. Não concorda? Então vá reclamar ao Papa!

 

Instamission – Instagram vicious

Você que usa um iPhone e é doido por fotografar informalmente (e postar nas redes sociais) tem um motivo a mais para fazê-lo.

Uma dupla de meninas, Daniela e Luiza, da empresa Contente (especializada em projetos para a internet) idealizou o projeto “Instamission” há poucos dias.

O Instamission é tipo uma ‘gincana’, com temas semanais. Você utiliza o Instagram, uma ferramenta free de compartilhamento de imagens diretamente do iPhone. Com a lógica da Polaroid, fornece vários filtros (lomografia, foto envelhecida entre outros) para edição instantânea. Aí basta fazer o que você já faz (sair por aí registrando sweet moments) e compartilhar no Facebook, Flickr, Twitter e Tumblr.

A cada semana o projeto lança uma nova missão. O tema de estreia é “fotografe um sorriso” que deve ser postado com a hashtag #instamission1.

Quem não usa iPhone também participa. Basta postar a foto com a hashtag. No Facebook, as fotos devem ir para o álbum do projeto.

A Recheio curtiu esse projeto! Sigam-no os bons!  Foto é fato.